terça-feira, 3 de novembro de 2009
O BELINATI DO LEC
O processo eleitoral do Londrina Esporte Clube (LEC) está bem parecido com o pleito municipal. Não é que o Marcello Caldarelli assumiu os trejeitos do Belinati, o triprefeito derrotado na tentativa de dirigir a cidade pela quarta vez no ano passado? Caldarelli, que teve uma gestão polêmica em 1985/1986, quer por quer voltar ao cargo de presidente do LEC. Contra ele está o empresário Gilberto Ponce, apoiado pelo prefeito Barbosa Neto. Na chapa de Ponce figuram nomes de ex-dirigentes do clube, advogados e promotores de Justiça. Foi o que bastou para que Caldarelli atribuísse à disputa eleitoral a luta da chapa humilde contra a chapa dos poderosos. Não contente, no último domingo, no programa de esporte da CNT, comandado pelo Ademir Lobo, o ex-cartola do LEC colocou Deus na disputa num verdadeiro discurso belinatista. E mais, acusou a comissão eleitoral de dificultar seu acesso à lista de sócios aptos a votar no próximo domingo. E, pelo jeito, podemos esperar mais lances polêmicos nesta reta final da eleição. Que os sócios do LEC em condições de voto fiquem espertos e alertas e saibam que este processo eleitoral pode significar na vida do Tubarão: o sopro de esperança de reconstrução da equipe ou as últimas pás de terra que sepultarão de vez o Alviceleste.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
TESTE NA ALTITUDE
Se o técnico Dunga levar a sério o jogo diante da Bolívia para avaliar os jogadores convocados nas duas últimas rodadas da Eliminatórias, estará cometendo uma injustiça. Ninguém pode crucificado por uma atuação ruim diante da altidude e de uma Bolívia descompromissada, pois já estava fora do páreo na classificação. O 2 a 1 favorável aos bolivianos não pode servir de base de avaliação. O ar rarefeito fez mal à maioria dos jogadores da seleção brasileira. Nem o Maicon, com aquele fôlego de cavalo, conseguiu jogar a partida toda. No primeiro tempo ele nem apareceu. Quem mais foi prejudicado foi o Diego Souza, destaque do Palmeiras e do Campeonato Brasileiro. Julgá-lo apenas por esta partida não está correto. Dunga deveria dar-lhe nova chance também contra a Venezuela. Afinal, Kaká e mesmo Luiz Fabiano todos já sabem que garantiram ida à Copa da África do Sul em 2010. Então, nada melhor que testar outros jogadores nesta quarta-feira. Espera-se que Dunga não cometa erros de outros treinadores que convocaram jogadores e deram-lhes poucos minutos para mostrar seu potencial. Que tal, então, escalar o Naldo na zaga nesta quarta e repetir um meio-campo com Kaká e Diego Souza, além do Lucas? Ousar e testar é preciso.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
TORCIDA SEM TIME
A atual diretoria do Londrina Esporte Clube (LEC) conseguiu a proeza que destruir o clube. Após quatro anos de má administração, o Tubarão praticamente inexiste. Não há mais sede campestre, não há mais categorias de base e nem categoria profissional. Caos total. Será que a eleição em novembro será capaz de dar esperanças ao torcedor de ver o clube se reerguer? Só mesmo uma superdiretoria composta de vários empresários unidos num mesmo objetivo poderá alimentar tal esperança. Do contrário, o LEC estará fadado mesmo a desaparecer ante a dívida crescente de R$ 7 milhões. Por ora, o ex-glorioso Tubarão que por três vezes conquistou o título estadual no Paraná (1962, 1981 e 1992), assombrou o Brasil em 1977/78 ao eliminar de uma só tacada Flamengo, Corinthians, Vasco e Santos (ficou na quarta colocação atrás de São Paulo, Atlético-MG e Operário-MS) e ainda levantar o caneco da Taça de Prata (a Série B na época) de 1980 é um time quase à beira da extinção. Pior para a nação alviceleste que hoje é uma torcida sem time.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
A PERSISTENTE DONA ZENAIDE
Enquanto a Sema (Secretaria do Meio Ambiente) patina para cuidar do verde de Londrina, a simpática dona Zenaide continua seu trabalho de formiguinha de arborização do Lago Igapó. Após vê-la por duas ou três vezes com um balde a tiracolo para pegar água do Igapó e assim regar as mudinhas que ela plantou em quase toda a extensão do lago no ano passado, na última segunda-feira (25/2) eu a vi de novo executando a tarefa habitual. A novidade desta vez foi uma garrafinha d'água para que ela pudesse se rehidratar no calorento verão londrinense. O curioso foi ouvir de duas senhoras que lá caminhavam o seguinte comentário: "Japonês tem mão boa, né".
Infelizmente, esse é um pensamento da maioria das pessoas. O que dona Zenaide faz pode e deve ser feito por qualquer um de nós. Não tem essa história de "dedo verde", um suposto dom que determinadas pessoas teriam para dar vida a qualquer planta. O que a simpática dona Zenaide tem é um amor à natureza e um "dom cultural" próprio do japonês que se preocupa com o bem-estar e o verde tem um papel fundamental nisso. Tivesse a Sema a mesma dedicação de dona Zenaide, Londrina seria mais arborizada e nós não sofreríamos com as ondas de calor que tomam conta de nossas ruas.
A cidade - por que não o mundo - precisa de mais voluntários como dona Zenaide. Só assim o homem poderá, em parte, se redimir do grande mal que tem feito à natureza.
(obs: publicado em 26/2/2008 no lives.space)
Infelizmente, esse é um pensamento da maioria das pessoas. O que dona Zenaide faz pode e deve ser feito por qualquer um de nós. Não tem essa história de "dedo verde", um suposto dom que determinadas pessoas teriam para dar vida a qualquer planta. O que a simpática dona Zenaide tem é um amor à natureza e um "dom cultural" próprio do japonês que se preocupa com o bem-estar e o verde tem um papel fundamental nisso. Tivesse a Sema a mesma dedicação de dona Zenaide, Londrina seria mais arborizada e nós não sofreríamos com as ondas de calor que tomam conta de nossas ruas.
A cidade - por que não o mundo - precisa de mais voluntários como dona Zenaide. Só assim o homem poderá, em parte, se redimir do grande mal que tem feito à natureza.
(obs: publicado em 26/2/2008 no lives.space)
A DÚVIDA SHAKESPEAREANA DO LONDRINA
Entra ano sai ano e o torcedor do Londrina continua ouvindo a tal cantilena: é melhor jogar no Estádio do Café ou no VGD? A discussão é interminável. Claro, quando o time é medíocre não adianta querer jogar no Café para três mil almas - e olha lá!. Agora, se o time é bom e corresponde em campo a torcida merece um lugar mais confortável como o Café. Com este time de 2009 o negócio é jogar mesmo no VGD. Mas antes de anunciar o jogo para o Vitorino, a diretoria - quer dizer, o presidente Peter Silva, que parece ser o único dirigente (?) no clube - tem que deixar o estádio nos trinques. Não adianta fazer gambiarra. No século 21, é preciso ter um local de jogo com condições mais dignas. É engraçado o que ocorre com os estádios londrinenses. Basta alguns meses de inatividade e pronto: há roubo e depredações das praças esportivas. Café e VGD vivem passando por reformas - claro que nada muito amplo - e nunca estão em perfeitas condições. Ambos os estádios deixam a desejar nas condições de sanitários aos torcedores. Ficando só na parte do gramado, o do Café está sempre horrível. Este é um item importante que a Federação Paranaense deveria exigir três ou quatro meses antes do Estadual. Não dá pra exigir bom futebol e toque de bola em gramado que a bola não rola, mas pula em razão dos vários buracos. Quem vê o Paulistão pela TV percebe a nítida preocupação com os gramados. O do Barueri é um tapete. O dos grandes clubes dispensa comentários, já que os cartolas perceberam que bom futebol só se joga em bons gramados. Bem, fechando na questão da dúvida shakespeareana do LEC, fez bem a Federação em vetar o jogo deste domingo de Carnaval contra o Nacional no VGD. Se o Peter Silva quer jogos no VGD, primeiro ele deve arrumar o estádio e deixá-lo em condições de jogo para o time e o torcedor. Essa encenação do meio de semana foi mais uma jogada do cartola do LEC que parece desconhecer a palavra transparência. Mais uma vez ele atropelou o processo de vistoria do VGD e deu no que deu. Que isto sirva de lição. Mas que será que cartola deste naipe aprende?
(Obs: texto publicado em 20/2/2009 no claudemirscalone.spaces.live.com/blog)
(Obs: texto publicado em 20/2/2009 no claudemirscalone.spaces.live.com/blog)
terça-feira, 15 de setembro de 2009
FIM DO SONHO
E o sonho de o torcedor do Londrina ver o time subir para a Série C do Brasileiro terminou no último domingo. O Tubarão não foi além de um empate (1 a 1) com a Chapecoense quando bastava 1 a 0 para obter a vaga. Uma série de fatores conspirou contra a equipe no último domingo.
À exceção da torcida, que foi ao estádio do Café (nove mil pagantes e 11 mil pessoas no total - superior aos sete mil pagantes no jogo Santos x Santo André, na Vila Belmiro) e empurrou o time como há muito não se via, a equipe e a direção do clube não corresponderam à energia vinda das arquibancadas. Bem, dos cartolas - ou melhor do cartola-mor Peter Silva - não se esperava mesmo nada além do que vem sendo feito nestes últimos quatro anos (duas gestões consecutivas desastrosas que varreram o clube com a fúria de um tornado).
A decepção ficou com boa parte dos jogadores que não rendeu o mesmo de outras partidas, como a contra o São José (RS). Tivesse mostrado metade daquela disposição, o LEC estaria classificado. Acho que o próprio técnico Gilberto Pereira, que fez milagre com o que lhe foi oferecido, falhou na montagem da equipe e até em algumas substituições. Sem Borges e o promissor Victor (que estaria de malas prontas para o Cruzeiro - e o LEC vai ver a cor do dinheiro?) na zaga, Pereira improvisou Willian ao lado do inseguro Rogério - justamente os jogadores que participaram do lance patético do gol da Chapecoense numa série de passes errados. Acredito que o técnico poderia ter utilizado o meia Japa e o Warley, jogadores de velocidade ao invés do pesado Osmar que, de útil, cavou um pênalti muito duvidoso.
Independente da escalação, houve ainda uma supervalorização da Chapecoense. Concordo que é time certinho, mas nada assim de assustar. Até mesmo o Silvinho, principal destaque do time, sumiu na etapa final. Chegou a errar uma cobrança de falta próxima à área num momento importante do jogo. O que pode ter lhe custado a queda de rendimento foi a severa marcação no primeiro tempo, quando praticamente era o único lúcido do time e tinha de se movimentar para escapar do marcador.
Mas nada - nada mesmo! - foi tão prejudicial aos jogadores e ao técnico Gilberto Pereira - que atuou com um verdadeiro bombeiro apagando incêndio no decorrer da competição - quanto a falta de compromisso e seriedade da alta cúpula do Londrina. Não bastasse atrasar os salários, o cartola-mor insistiu em não cumprir promessas de pagá-los. Aliás por não cumprir acordos, como o feito com a Justiça do Trabalho, Peter Silva viu parte da renda de domingo ser levado por um oficial de Justiça. Agora, vem a denúncia da Federação Paranaense de Futebol de falsificação de ingressos. Mês passado teve a denúncia do jogador Jayme de que a assinatura de sua mãe fora falsificada pelo clube em um contrato.
De denúncia em denúncia, infelizmente, o LEC vai sucumbindo. O poço parece não ter fim. E o dirigente responsável por tudo isso, está aí incólume. Até quando?
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TORCIDA NOTA DEZ
Em 1978, o então presidente da CDF (hoje CBF), Heleno Nunes, veio a Londrina para acompanhar ao jogo Londrina x Corinthians pelas quartas-de-final do Brasileirão. Ante os 54 mil pagantes que viram a vitória do Tubarão por 1 a 0, o cartola do Rio disse que o Londrina tinha testemunhas e não uma torcida pelo fato de o torcedor entoar poucos cânticos durante o jogo e só vibrar nas jogadas de escanteio. Domingo, porém, viu-se o contrário no Café: uma grande torcida, cantando quase o tempo todo, querendo desatar o nó da garganta e, em campo, um time apequenado com medo - ou sem poder - de ir ao ataque. A Falange Azul, única torcida sobrevivente organizada do clube, deu um show. Espera-se que os futuros dirigentes deem um time à altura desta torcida.
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TORCIDA MIRIM
Outra destaque nesse jogo contra a Chapecoense foram os torcedores mirins. Alguns são notórios frequentadores do Estádio do Café e chegam a bater bola logo abaixo das cadeiras cativas. E, nesse jogo, se juntarem a eles outros meninos e meninas - a maioria com camisas do LEC - para empurrar o Tubarão. Esperança de renovação alviceleste numa cidade cada vez mais ligada ao futebol paulista, como se pode notar em clássicos paulistas pelo Brasileirão da Série A. Mais uma vez é preciso investir na formação do torcedor mirim para que o LEC possa continuar sendo amado por uma parcela dos moradores de Londrina.
À exceção da torcida, que foi ao estádio do Café (nove mil pagantes e 11 mil pessoas no total - superior aos sete mil pagantes no jogo Santos x Santo André, na Vila Belmiro) e empurrou o time como há muito não se via, a equipe e a direção do clube não corresponderam à energia vinda das arquibancadas. Bem, dos cartolas - ou melhor do cartola-mor Peter Silva - não se esperava mesmo nada além do que vem sendo feito nestes últimos quatro anos (duas gestões consecutivas desastrosas que varreram o clube com a fúria de um tornado).
A decepção ficou com boa parte dos jogadores que não rendeu o mesmo de outras partidas, como a contra o São José (RS). Tivesse mostrado metade daquela disposição, o LEC estaria classificado. Acho que o próprio técnico Gilberto Pereira, que fez milagre com o que lhe foi oferecido, falhou na montagem da equipe e até em algumas substituições. Sem Borges e o promissor Victor (que estaria de malas prontas para o Cruzeiro - e o LEC vai ver a cor do dinheiro?) na zaga, Pereira improvisou Willian ao lado do inseguro Rogério - justamente os jogadores que participaram do lance patético do gol da Chapecoense numa série de passes errados. Acredito que o técnico poderia ter utilizado o meia Japa e o Warley, jogadores de velocidade ao invés do pesado Osmar que, de útil, cavou um pênalti muito duvidoso.
Independente da escalação, houve ainda uma supervalorização da Chapecoense. Concordo que é time certinho, mas nada assim de assustar. Até mesmo o Silvinho, principal destaque do time, sumiu na etapa final. Chegou a errar uma cobrança de falta próxima à área num momento importante do jogo. O que pode ter lhe custado a queda de rendimento foi a severa marcação no primeiro tempo, quando praticamente era o único lúcido do time e tinha de se movimentar para escapar do marcador.
Mas nada - nada mesmo! - foi tão prejudicial aos jogadores e ao técnico Gilberto Pereira - que atuou com um verdadeiro bombeiro apagando incêndio no decorrer da competição - quanto a falta de compromisso e seriedade da alta cúpula do Londrina. Não bastasse atrasar os salários, o cartola-mor insistiu em não cumprir promessas de pagá-los. Aliás por não cumprir acordos, como o feito com a Justiça do Trabalho, Peter Silva viu parte da renda de domingo ser levado por um oficial de Justiça. Agora, vem a denúncia da Federação Paranaense de Futebol de falsificação de ingressos. Mês passado teve a denúncia do jogador Jayme de que a assinatura de sua mãe fora falsificada pelo clube em um contrato.
De denúncia em denúncia, infelizmente, o LEC vai sucumbindo. O poço parece não ter fim. E o dirigente responsável por tudo isso, está aí incólume. Até quando?
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TORCIDA NOTA DEZ
Em 1978, o então presidente da CDF (hoje CBF), Heleno Nunes, veio a Londrina para acompanhar ao jogo Londrina x Corinthians pelas quartas-de-final do Brasileirão. Ante os 54 mil pagantes que viram a vitória do Tubarão por 1 a 0, o cartola do Rio disse que o Londrina tinha testemunhas e não uma torcida pelo fato de o torcedor entoar poucos cânticos durante o jogo e só vibrar nas jogadas de escanteio. Domingo, porém, viu-se o contrário no Café: uma grande torcida, cantando quase o tempo todo, querendo desatar o nó da garganta e, em campo, um time apequenado com medo - ou sem poder - de ir ao ataque. A Falange Azul, única torcida sobrevivente organizada do clube, deu um show. Espera-se que os futuros dirigentes deem um time à altura desta torcida.
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TORCIDA MIRIM
Outra destaque nesse jogo contra a Chapecoense foram os torcedores mirins. Alguns são notórios frequentadores do Estádio do Café e chegam a bater bola logo abaixo das cadeiras cativas. E, nesse jogo, se juntarem a eles outros meninos e meninas - a maioria com camisas do LEC - para empurrar o Tubarão. Esperança de renovação alviceleste numa cidade cada vez mais ligada ao futebol paulista, como se pode notar em clássicos paulistas pelo Brasileirão da Série A. Mais uma vez é preciso investir na formação do torcedor mirim para que o LEC possa continuar sendo amado por uma parcela dos moradores de Londrina.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
SOFRIMENTO DESNECESSÁRIO
O Brasil sofreu sem necessidade na partida diante do Chile. O técnico Dunga só se livrou de um fiasco diante dos chilenos após corrigir a escalação da equipe no segundo tempo, logo após sofrer o gol de empate (2 a 2). Ficou claro, nessa partida, que Júlio Batista - apesar do gol marcado - não pode ser jogador do meio-campo. Dunga poderia teriniciado a partida com o Sandro e o Daniel como meias ou mesmo ter escalado Diego Souza ou Cleiton Xavier na posição ocupada por Batista. Não o fez por fidelidade ao chamado grupo. Quando Felipe fez aquela bobagem - será que não merecia um puxão de orelhas da CBF e da comissão técnica? - ao agredir o jogador chileno e ser expulso, Dunga foi forçado a corrigir o erro na escalação. Melhor para a torcida e para a seleção que puderam ver Nilmar desencantar - marcou três gols - e ficar perto de carimbar seu passaporte para Copa 2010. No final, vitória justa do Brasil por 4 a 2 diante de um Chile apenas regular.
Destaque para o lateral Daniel Alves - como joga com vontade e sempre em direção ao gol - quase incansável e autor de dois passes para gols brasileiros. O goleiro Júlio Cesar também mostrou eficiência quando chamado. O mesmo com Luisão na zaga e até mesmo o limitado Gilberto Silva. Adriano mostrou que está longe da melhor forma e, por isso, mesmo tem jogar muito no Flamengo para voltar à seleção. Ruins mesmo foram o fraco lateral-esquerdo André Santos e o volante Felipe, displiscente e violento. Agora, Dunga tem a missão de encontrar substitutos à altura para Kaká e Robinho. Nilmar parece respondeu ao chamado. Resta, então, o treinador dar uma chance aos jogadores que atuam no País, como Diego Souza e o Cleiton Xavier. Ah, claro, encontrar um lateral-esquerdo ou improvisar o Daniel Alves que, mesmo em posição trocada, joga muito mais que André Santos.
Destaque para o lateral Daniel Alves - como joga com vontade e sempre em direção ao gol - quase incansável e autor de dois passes para gols brasileiros. O goleiro Júlio Cesar também mostrou eficiência quando chamado. O mesmo com Luisão na zaga e até mesmo o limitado Gilberto Silva. Adriano mostrou que está longe da melhor forma e, por isso, mesmo tem jogar muito no Flamengo para voltar à seleção. Ruins mesmo foram o fraco lateral-esquerdo André Santos e o volante Felipe, displiscente e violento. Agora, Dunga tem a missão de encontrar substitutos à altura para Kaká e Robinho. Nilmar parece respondeu ao chamado. Resta, então, o treinador dar uma chance aos jogadores que atuam no País, como Diego Souza e o Cleiton Xavier. Ah, claro, encontrar um lateral-esquerdo ou improvisar o Daniel Alves que, mesmo em posição trocada, joga muito mais que André Santos.
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