O futebol ficou mais triste esta semana. A aposentadoria do atacante Ronaldo não pode ser chamada de precoce, mas com certeza deixa o mundo futebolístico mais pobre. Claro, dirão os mais críticos, que Ronaldo já deixara de ser o "Fenômeno" aclamado na Itália há muitos anos. Talvez, já na Copa de 2006 quando mesmo alcançando a marca de maior goleador das Copas com 15 gols fracassou naquele time do apático técnico Carlos Alberto Parreira. Brilhou em um ou outro jogo do Corinthians, ficou outro tanto de fora mas o seu carisma era capaz de atrair a torcida ao estádio. Fora de campo, ampliou os contratos publicitários do Timão que sem ele o time de Parque São Jorge dificilmente os teria. Golpeado por contusões e pela crítica - muitas delas até merecidas em razão de suas noitadas desastradas, como aquela dos travestis no Rio (lembram?) -, Ronaldo sempre foi cortez nas respostas. Mesmo no discurso de despedida na última segunda-feira, não atirou para todos os lados como faria e fez Romário em toda a sua carreira. Só não colou aquela história do hipotiroidismo como os médicos consultados pela imprensa o desmentiram em referência ao aumento de peso e de que o remédio para combater a doença seria considerado doping. E, pelo que já vimos na imprensa, Ronaldo não se desligará facilmente do futebol. Se Pelé até hoje ainda fatura com o marketing, imaginem Ronaldo que já tem contrato vitalício com o Nike e aparece em um sem-número de anúncios? E já se pode antever um namoro da Rede Globo para que o Fenômeno passe a integrar o staff de comentaristas da emissora. Ronaldo deixa um grande legado para o futebol, sem dúvida, e um vazio no ataque da seleção. Aliás, após a saída de cena de Romário e Ronaldo, o Brasil ainda não encontrou um atacante à altura. Tem somente o Luis Fabiano, menos técnico que os dois. Outros testados ainda estão a anos luz da dupla Ro-Ro. E até 2014 dificilmente surgirá alguém assim tão espetacular, um fora de série como eram Romário e Ronaldo. Só espera-se que a CBF reconheça o talento de Ronaldo e promova um jogo de despedida à altura do Fenômeno.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
BRASIL PEQUENO
Pior que a derrota de ontem no amistoso para a França, foi a maneira covarde como o técnico Mano Menezes dispôs a seleção brasileira em campo após a expulsão de Hernanes no primeiro tempo. Perder faz parte do jogo, mas empurrar o time para a defesa e ficar assistindo aos franceses tocarem passes foi demais. O 1 a 0 foi até pouco, não fossem as boas defesas do goleiro Julio Cesar. O gol saiu do lado mais fraco da defesa, o esquerdo, por onde joga André Santos que, novamente, mostrou que não é jogador de seleção. Quando Mano vai enxergar isso? Em julho durante a Copa América, na Argentina? Aí , será tarde. É hora de escalar o Marcelo, do Real Madrid, e buscar novas soluções para o setor. André Santos não dá mais. Mais a seleção teve outras decepções em campo como Elias, Renato Augusto, Robinho e Pato que, mesmo jogando tão pouco, tem tido espaço na equipe. Bem, era um amistoso é verdade, mas o time mostrou outra vez que parece tremer ou respeitar demais a França. Que tabu é esse para uma seleção nem tão forte assim? É preciso jogar com mais coragem. Resgatar o futebol brasileiro em sua essência e buscar o ataque sem medo de perder. Ontem, em Paris, o Brasil jogou como time pequeno. E, quem almeja grandes conquistas, não pode abrir mão do arrojo sob pena de naufragar no meio do caminho.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
RAÇA, AMOR E PAIXÃO!
2011 não poderia ter começado melhor para o torcedor rubro-negro, em especial, que vive no Norte do Paraná e em Londrina. Por duas semanas, Londrina se tornou reduto rubro-negro com a vinda do Flamengo para a pré-temporada de treinos no CT da SM Sports - atual parceira do Tubarão. A presença do Fla foi marcante. O clube carioca não só treinou como fez dois amistosos no Estádio do Café. Quase no final dos treinamentos veio a grande notícia da contratação de Ronaldinho Gaúcho que deixou a badalação no Rio de Janeiro e veio a Londrina, se incorporou à delegação rubro-negra e treinou no belo CT da SM. Londrina, então, virou foco do noticiário esportivo nacional. E, depois de 2010 tenebroso, quando o futebol da cidade foi jogado às traças e desmotivado o torcedor alviceleste, janeiro reavivou o gosto pelo futebol. O Estádio do Café não superlotou, como esperavam os organizadores, porém é bom lembrar que eram dois amistosos. O primeiro deles contra o Iraty, que usou a camisa do LEC como forma de ir reconquistando o decepcionado torcedor londrinense, e levou pouco mais de dez mil torcedores - a maioria surpreendemente rubro-negra. Já no segundo diante do América-MG, 18 mil torcedores (um bom público sim se considerarmos o nsol escandante e a transmissão ao vivo da partida para a cidade). O Iraty obteve um ótimo empate (0 a 0) e esteve perto da vitória se o goleiro Felipe não tivesse defendido um pênalti. E o Fla, para alegria de sua imensa torcida, ganhou do América po 2 a 1 no segundo jogo em que a rampa de acesso ao Estádio do Café virou um imenso mar rubro-negro. Os flamenguistas de Londrina e região ávidos por gritar e entoar os tradicionais cânticos dos torcedores rubro-negros cariocas. E a torcida deu um belo show nas arquibancadas. Só faltou melhor organização para que Ronaldinho Gaúcho - protegido tal qual um pop star da música - pudesse ir até o gramado e agradecer o enorme carinho da torcida. Cercado por enormes seguranças do Fla e guardas municipais de Londrina, Ronaldinho acenou para a torcida das sociais do Café, num gesto que lembrava até Michael Jackson quando se aventurava a passar perto de seus fãs. Foram jogos de bom nível técnico, claro ainda em início de temporada e com a maioria dos jogadores sem ritmo - pior ainda o atacante rubro-negro David. Enfim, 2011 começou mostrando que Londrina pode voltar a respirar bom futebol a partir de maio quando Iraty passa a defender o LEC na Segundona do Paraná. E que outros times venham à cidade para sua pré-temporada.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
ADEUS 2010
E logo mais, daqui a quatro horas, 2010 vai embora. E o que dizer do ano no campo esportivo, por exemplo? Bem, no geral para quem curte o futebol foi mal. Afinal, em ano de Copa do Mundo o Brasil de Dunga e Jorginho caiu nas quartas-de-final para uma não tão inspirada Holanda. Não era a Laranja Mecânica de Cruyf tampouco o timaço de Van Basten e Gullit, não é mesmo? Numa Copa de muita transpiração e pouca inspiração, a Seleção Brasileira deveria por obrigação ter ido à final. Não foi. Deu Espanha com todos os méritos.
Em termos nacionais, o grande destaque ficou para o Santos de Neymar. Talento de fato, polêmico e atrevido o meia-atacante santista foi destaque do ano. Levou o Peixe ao título do Paulistão e da Copa do Brasil e, no Brasileirão, sem o comando de Dorival Júnior - demitido do cargo justamente pelo entrevero com o craque santista - o time da Baixada Santista jogou para o gasto. Nos cem anos do Timão, a fiel ficou no quase. Não deu no carnaval paulista - para piorar a Gaviões foi rebaixada, nem na Copa São Paulo e daí em diante foi só traço no Paulistão, na Libertadores - eliminado pelo Flamengo - e o terceiro lugar no Brasileirão. O São Paulo, sem Muricy Ramalho, mostrou-se enfraquecido. O Palmeiras, com Felipão e com Valdivia de volta, não decolou.
Outro destaque foi o Fluminense. Mal no Carioca, porém campeão do Brasileirão com destaque para o meia argentino Conca. O Botafogo finalmente ganhou um título, o Carioca. O Vasco foi razoável. E o pior mesmo foi o clube de maior torcida no Brasil, o Flamengo: perdeu o Carioca que vinha conquistando com relativa facilidade e namorou com o rebaixamento para a Série B em grande parte do Brasileirão - ano para riscar da história, né. A grande lambança ficou com a CBF que reconheceu como título nacional torneios como Ta ça de Prata e o Roberto Gomes Pedrosa disputados na década de 1960, o colocou Santos e Palmeiras na liderança do ranking de maiores campeões nacionais com 8 títulos, desbancando São Paulo e Flamengo, que têm seis títulos cada. Para piorar, seu Ricardo Teixeira preferiu reconhecer o Sport campeão de 1987 e não o Flamengo, campeão da Copa União. Ridículo, pois Sport jogou com equipes de menor expressão, enquanto o Rubro-negro carioca superou os 20 maiores clubes da época. E, então, por que a CBF não dá o mesmo valor à Copa do Brasil que reúne clubes de Norte a Sul do País?
No Paraná, o Londrina viveu o ano mais terrível de sua história de 54 anos de vida. Se em 2000, na mão de um grupo de empresários pés-de-chinelo o Tubarão fez traço no módulo amarelo da Copa João Havelange, em 2010 o clube esteve perto da extinção total. Sob intervenção da Justiça Trabalhista desde 2009, o Londrina foi muito mal administrado pelo Grupo Universe: foi mal na Copa do Brasil (eliminado pelo Uberaba) e na Segunda Divisão do Paraná quase caiu para a terceirona. Com a afastamento do Universe, a Justiça abriu a possibilidade de o empresário Sergio Maluceli, dono do Iraty, terceirizar o departamento de futebol do Tubarão. Após uma interminável novela entre Maluceli e um grupo de conselheiros do clube, houve uma eleição pacificada que garantiu um nome ligado ao empresário à diretoria executiva do LEC, o empresário Claudio Canuto. E o torcedor londrinense fechou 2010 com promessa de boas notícias para 2011: dia 9 de janeiro, o Iraty que representará o LEC na Segundona faz amistoso contra o Flamengo que fará sua pré-temporada no CT de Sergio Maluceli na zona sul de Londrina (no antigo clube Horto Tropical comprado pelo empresário e transformado num centro de treinamento). E espera-se nova vida para o renovado Londrina no próximo ano.
No esporte em geral, mais uma vez a seleção brasileira de vôlei masculino fez história sob o comando do técnico Bernardinho com os títulos da Liga Mundial e do Mundial. O time feminino, do técnico Zé Roberto, ficou devendo e perdeu o Mundial para a Rússia. O basquete ainda luta para se reestruturar - em Londrina, por exemplo, o time perdeu local perdeu o incentivo da Prefeitura.
Destaque mesmo os esportes individuais como a natação com Cesar Cielo despontando entre vários nadadores que conquistaram medalhas de ouro nas etapas do mundial da modalidade. E para fechar 2010, principalmente para quem curte uma corrida ao ar livre, o brasiliense Marilson da Silva desbancou os quenianos e conquistou a tradicional corrida de São Silvestre disputada nesta sexta-feira, 31 de dezembro, derradeiro dia de 2010. Agora, é esperar que 2011 seja repleto de boas notícias e conquistas para todos os esportes nacionais que lutam com muito sacrifício para se manter no topo. Em nível local, a expectativa é para ver de perto o novo Tubarão com sua tradicional camisa azul e branca. E o aperitivo é daqui pouco mais de uma semana. Dia 9 de janeiro, 16 horas, no Estádio do Café, contra o Flamengo. Coração dividido, na certa. Feliz 2011 para quem curtiu este blog ao longo de 2010, apesar da falta de periodicidade. Fica a promessa de renovar os comentários desabafo desse jornalista torcedor do LEC e do Mengão. Abraços!
Em termos nacionais, o grande destaque ficou para o Santos de Neymar. Talento de fato, polêmico e atrevido o meia-atacante santista foi destaque do ano. Levou o Peixe ao título do Paulistão e da Copa do Brasil e, no Brasileirão, sem o comando de Dorival Júnior - demitido do cargo justamente pelo entrevero com o craque santista - o time da Baixada Santista jogou para o gasto. Nos cem anos do Timão, a fiel ficou no quase. Não deu no carnaval paulista - para piorar a Gaviões foi rebaixada, nem na Copa São Paulo e daí em diante foi só traço no Paulistão, na Libertadores - eliminado pelo Flamengo - e o terceiro lugar no Brasileirão. O São Paulo, sem Muricy Ramalho, mostrou-se enfraquecido. O Palmeiras, com Felipão e com Valdivia de volta, não decolou.
Outro destaque foi o Fluminense. Mal no Carioca, porém campeão do Brasileirão com destaque para o meia argentino Conca. O Botafogo finalmente ganhou um título, o Carioca. O Vasco foi razoável. E o pior mesmo foi o clube de maior torcida no Brasil, o Flamengo: perdeu o Carioca que vinha conquistando com relativa facilidade e namorou com o rebaixamento para a Série B em grande parte do Brasileirão - ano para riscar da história, né. A grande lambança ficou com a CBF que reconheceu como título nacional torneios como Ta ça de Prata e o Roberto Gomes Pedrosa disputados na década de 1960, o colocou Santos e Palmeiras na liderança do ranking de maiores campeões nacionais com 8 títulos, desbancando São Paulo e Flamengo, que têm seis títulos cada. Para piorar, seu Ricardo Teixeira preferiu reconhecer o Sport campeão de 1987 e não o Flamengo, campeão da Copa União. Ridículo, pois Sport jogou com equipes de menor expressão, enquanto o Rubro-negro carioca superou os 20 maiores clubes da época. E, então, por que a CBF não dá o mesmo valor à Copa do Brasil que reúne clubes de Norte a Sul do País?
No Paraná, o Londrina viveu o ano mais terrível de sua história de 54 anos de vida. Se em 2000, na mão de um grupo de empresários pés-de-chinelo o Tubarão fez traço no módulo amarelo da Copa João Havelange, em 2010 o clube esteve perto da extinção total. Sob intervenção da Justiça Trabalhista desde 2009, o Londrina foi muito mal administrado pelo Grupo Universe: foi mal na Copa do Brasil (eliminado pelo Uberaba) e na Segunda Divisão do Paraná quase caiu para a terceirona. Com a afastamento do Universe, a Justiça abriu a possibilidade de o empresário Sergio Maluceli, dono do Iraty, terceirizar o departamento de futebol do Tubarão. Após uma interminável novela entre Maluceli e um grupo de conselheiros do clube, houve uma eleição pacificada que garantiu um nome ligado ao empresário à diretoria executiva do LEC, o empresário Claudio Canuto. E o torcedor londrinense fechou 2010 com promessa de boas notícias para 2011: dia 9 de janeiro, o Iraty que representará o LEC na Segundona faz amistoso contra o Flamengo que fará sua pré-temporada no CT de Sergio Maluceli na zona sul de Londrina (no antigo clube Horto Tropical comprado pelo empresário e transformado num centro de treinamento). E espera-se nova vida para o renovado Londrina no próximo ano.
No esporte em geral, mais uma vez a seleção brasileira de vôlei masculino fez história sob o comando do técnico Bernardinho com os títulos da Liga Mundial e do Mundial. O time feminino, do técnico Zé Roberto, ficou devendo e perdeu o Mundial para a Rússia. O basquete ainda luta para se reestruturar - em Londrina, por exemplo, o time perdeu local perdeu o incentivo da Prefeitura.
Destaque mesmo os esportes individuais como a natação com Cesar Cielo despontando entre vários nadadores que conquistaram medalhas de ouro nas etapas do mundial da modalidade. E para fechar 2010, principalmente para quem curte uma corrida ao ar livre, o brasiliense Marilson da Silva desbancou os quenianos e conquistou a tradicional corrida de São Silvestre disputada nesta sexta-feira, 31 de dezembro, derradeiro dia de 2010. Agora, é esperar que 2011 seja repleto de boas notícias e conquistas para todos os esportes nacionais que lutam com muito sacrifício para se manter no topo. Em nível local, a expectativa é para ver de perto o novo Tubarão com sua tradicional camisa azul e branca. E o aperitivo é daqui pouco mais de uma semana. Dia 9 de janeiro, 16 horas, no Estádio do Café, contra o Flamengo. Coração dividido, na certa. Feliz 2011 para quem curtiu este blog ao longo de 2010, apesar da falta de periodicidade. Fica a promessa de renovar os comentários desabafo desse jornalista torcedor do LEC e do Mengão. Abraços!
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
FLAMENGO: UM ANO PARA ESQUECER!
2010 é ano para ser riscado na história do Flamengo. Depois de um 2009 sensacional que culminou com o título do Brasileirão - o sexto na galeria do Rubro-negro carioca -, este ano definitivamente é para ser apagado, mas não esquecido. Foi ano de seca de títulos - nem o Carioca que o Flamengo vinha conquistando seguidamente veio desta vez - que culminou com a ridícula campanha no Campeonato Brasileiro. Com três treinadores - Rogério Lourenço, Silas Vanderlei Luxemburgo - o clube ganhou em 37 partidas apenas 9. Ridículo! E o pior: só foi salvo da ameaça de ser rebaixado na última rodada após Atlético-GO e Vitória empatarem diante de São Paulo e Inter. Luxemburgo, que no início da carreira era tão decantado, nada fez para melhorar o time. Conseguiu piorar o meio-de-campo rubro-negro com uma série de mudanças. Uma delas, pouco relatada pelos comentaristas, foi o enfraquecimento do lado direito do time quando Léo Moura e Willians criavam boas jogadas pelo setor. O concentrar o volante no meio-campo apenas com marcador, matou uma boa arma ofensiva do Fla. Não entende-se também o sumiço do volante Toró, importante jogador em 2009. Sem ele, faltou a cobertura necessária para a zaga e os laterais. Enfim, Luxa precisa se reciclar e apontar reforços melhores ao time, pois David e Diogo mostraram ser apostas sofríveis. De bom, a reveleção de Diego Maurício, um atacante que não desiste da jogada e incomoda muito os defensores. Restando o jogo contra o Santos no domingo, a torcida aguarda agora que 2011 seja quilômetros melhor do que 2010, um ano para esquecer e tirar lições para que a pífia temporada não se repita. Jamais!
UFA, AGORA VAI?
Finalmente, parece que a paz está selada no Londrina. Após as ameaças e críticas - pressão de fato - o empresário Sergio Malucelii e - pasmem! - até do prefeito Barbosa Neto contra o bate-chapa na eleição do clube, houve a fusão dos grupos na última quinta-feira culminando com a tranquila e previsiva eleição de Claudio Canuto à presidência do Tubarão. O vice é Getúlio Castilho, nome que encabeçava a chapa do Conselho de Representantes do clube. E depois de um início de ano tenebroso e sombrio, o torcedor Alviceleste respira aliviado com as boas perspectivas para 2011. O LEC fecha o ano com um presidente eleito, com um parceiro no futebol - a SM Sports de Sergio Malucelli -, com promessas de recuperação do Estádio VGD para a Segundona do Paraná e com um amistoso do Iraty/Londrina contra o Flamengo em janeiro no Estádio do Café (o time carioca deve fazer sua pré-temporada no Centro de Treinamentos da SM Sports na zona sul de Londrina). Enfim, se nada de incomum surgir, a torcida pode esperar um ano promissor para o Tubarão e, se nada de extraordinário surgir no meio do caminho, a tão decantada parceria com a SM tem tudo para dar certo.
domingo, 14 de novembro de 2010
FALTOU A FOFÃO!
E mais uma vez a seleção brasileira de vôlei feminino caiu numa final de mundial diante das russas. E o diferencial da decisão deste domingo o Japão não foi a gigante Gamova. Lamentavelmente faltou uma levantadora de nível para o Brasil. Com Fofão já aposentada, o técnico Zé Roberto ainda não encontrou alguém capaz de distribuir o jogo com a categoria de Fofão, última titular absoluta da posição. Como o treinador parece não apostar mais em Dani Lins, vem insistindo na jovem Fabíola. Porém, a atual titular na equipe mostrou não ter maturidade suficiente ainda para ler o jogo adversário e próprio time brasileiro. Pesa ainda o fato da ausência de Paula Pequeno e de Mari, mas mesmo assim a equipe mostrou em dois sets que poderia ter vencido não fosse a má distribuição das bolas em alguns momentos em que a Rússia começou a abrir vantagens nos sets nos quais venceu. Fica a lição de casa para o Zé Roberto: encontrar uma levantadora ao nível de nossos atacantes. Quem sabe não valia a pena insistir na jovem Ana Tieme.
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