terça-feira, 15 de março de 2011

VÔLEI DE LONDRINA PERDEU RUMO

       O Londrina/MM/Sercomtel  faz hoje à noite, no Moringão, jogo decisivo pela Superliga Masculina de Vôlei. Se se confirmar a previsão de favoritismo do Sesi, o time londrinense praticamente dará adeus aos playoffs. O até então time sensação da Superliga, que conquistou vitórias significativas diante do próprio Sesi em São Paulo e frente ao estrelado time do Vôlei Futuro e tetracampeão nacional Florianópolis, ambos no Moringão, viu ruir sua chance de classificação com uma derrota doída diante do modesto Blumenau, em Londrina - jogo que todos davam como vitória certa. Acredito que aí tenha quebrado a confiança do próprio técnico Chiquita em seu elenco, a ponto de ele ter afirmado em entrevista após a partida que Londrina era o Hobin Wood da Superliga - ganhava dos grandes para entregar para os pequenos. Assim, o time teve de jogar pressionado por vitória frente do Vôlei Futuro (derrota de 3 a 1) e Campinas (revés de 3 a 0), ambos na semana passada, ficando nesta situação delicada de ter de vencer Sesi e Pinheiros, em Londrina. Após os três insucessos seguidos, alguém ainda crê numa recuperação, ainda mais com Campinas enfrentando dois times já eliminados? Não dá, né? Pelo menos eu não acredito pelo vi nos vários jogos no Moringão ou na TV. Resta esperar que este bom trabalho realizado até aqui, que deve culminar com a nona colocação - algo que ninguém apostaria pela montagem em cima da hora da equipe e pelos nomes desconhecidos dos jogadores -, possa ter sequência para o próximo com time melhor estruturado e um elenco de melhor qualidade com boas reposições no banco de reservas. Afinal, mesmo decepcionando diante do Blumenau, o grupo comandado por Chiquita devolveu ao londrinense o prazer de ir até o Moringão e torcer por um time que até então demonstrou muita garra e determinação. Então, após o jogo de hoje e o de quinta contra o Pinheiros espero que o trabalho continue e seja um até breve à próxima Superliga.

quinta-feira, 3 de março de 2011

VÔLEI DÁ EXEMPLO

      O time do Londrina/MM/Sercomtel tem dado um verdadeiro exemplo de superação na Superliga de Vôlei Masculino. Montado em cima da hora com apenas um nome conhecido - o líbero Alan que compôs o grupo campeão mundial do técnico Bernardinho -, a equipe do técnico Chiquita sofreu no início da competição. Perdeu vários jogos fruto do desentrosamento e logo despertou um certo descrédito por parte da imprensa e da torcida. Mas mostrando que conhece o grupo que montou, Chiquita tratou de puxar nos treinos para provar que tinha nas mãos um grupo vencedor. Mais que isto: comprovou que sabe muito de tática do vôlei e como explorar as deficiências de supertimes como o Sesi e o Cimed/Florianópolis.
      E escrevo isso mesmo antes da definição dos oito classificados para os playoffs. Afinal, não é fácil treinar pensando se o salário será pago ou não no final do mês. Apesar de ter dois patrocinadores, o Londrina ainda precisa de mais dinheiro para cobrir sua folha de pagamento. A Prefeitura já faz a sua parte com a Sercomtel, então é preciso que os empresários da cidade abracem o vôlei tendo a visão da exposição que este esporte está trazendo à cidade. Basta ver os elogios de especialistas da modalidade, como o ex-jogador Carlão (hoje comentarista do Sportv), e os jogos seguidos sendo transmitidos para todo o Brasil como na última terça-feira contra o Cimed/Florianópolis e o confronto desta sexta-feira contra o Blumenau, ambos no Moringão. O vôlei dá visibilidade ao patrocinador.
             
                               FELIZ COINCIDÊNCIA

     A vitória de Londrina sobre o Cimed trouxe uma feliz coincidência. A exemplo do turno quando o Sesi acumulava 12 vitórias seguidas e liderava a Superliga mas acabou derrotado por 3 a 2 pelo Londrina, o Cimed mesmo já tendo perdido na competição vinha de 12 triunfos consecutivos e amargou um sonoro 3 a 0 no Moringão. Mais o Cimed ainda não havia sido derrotado fora de casa. Claro que a contusão do levantador Bruninho no início da partida prejudicou o Cimed, mas não a ponto de se afirmar de que com ele em quadra o resultado teria sido diferente. Do outro lado da rede havia um Londrina determinado a vencer e jogou com alma para sair da quadra com este objetivo. E o time soube neutralizar as principais jogadas do Cimed: parou Bobe e João Paulo e os seus substitutos como o veterano Anderson. Destaque para o levantador Bruno Alves, eleito o melhor do jogo, e que enfrentava um drama pessoal: teve o apartamento incendiado e havia batido o carro. Mas ele se superou como poucos em quadra e, apesar de alguns erros na escolha do levantamento, fez dois belos bloqueios simples no ponta Renato do Cimed. Também brilharam o meio de rede Marc, o ponta Renato e o oposto De Paula e o líbero Alan. Mesmo Marcelão, Pedrinho, Gaúcho e Hister estiveram bem dentro do conjunto coeso orientado pelo Chiquita. E faltam duas vitórias para consolidar a classificação aos playoffs. Espero que o torcedor vá nesta sexta-feira ao Moringão com o mesmo entusiasmo de sempre no confronto contra o Blumenau, que promete ser mais um sensacional jogo da Superliga 2010/11. Se em quadra o time está correspondendo, restar esperar que os dirigentes sigam o exemplo e tratem de cumprir o acordo financeiro com os jogadores.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

FUTEBOL MAIS TRISTE

     O futebol ficou mais triste esta semana. A aposentadoria do atacante Ronaldo não pode ser chamada de precoce, mas com certeza deixa o mundo futebolístico mais pobre. Claro, dirão os mais críticos, que Ronaldo já deixara de ser o "Fenômeno" aclamado na Itália há muitos anos. Talvez, já na Copa de 2006 quando mesmo alcançando a marca de maior goleador das Copas com 15 gols fracassou naquele time do apático técnico Carlos Alberto Parreira. Brilhou em um ou outro jogo do Corinthians, ficou outro tanto de fora mas o seu carisma era capaz de atrair a torcida ao estádio. Fora de campo, ampliou os contratos publicitários do Timão que sem ele o time de Parque São Jorge dificilmente os teria. Golpeado por contusões e pela crítica - muitas delas até merecidas em razão de suas noitadas desastradas, como aquela dos travestis no Rio (lembram?) -, Ronaldo sempre foi cortez nas respostas. Mesmo no discurso de despedida na última segunda-feira, não atirou para todos os lados como faria e fez Romário em toda a sua carreira. Só não colou aquela história do hipotiroidismo como os médicos consultados pela imprensa o desmentiram em referência ao aumento de peso e de que o remédio para combater a doença seria considerado doping. E, pelo que já vimos na imprensa, Ronaldo não se desligará facilmente do futebol. Se Pelé até hoje ainda fatura com o marketing, imaginem Ronaldo que já tem contrato vitalício com o Nike e aparece em um sem-número de anúncios? E já se pode antever um namoro da Rede Globo para que o Fenômeno passe a integrar o staff de comentaristas da emissora. Ronaldo deixa um grande legado para o futebol, sem dúvida, e um vazio no ataque da seleção. Aliás, após a saída de cena de Romário e Ronaldo, o Brasil ainda não encontrou um atacante à altura. Tem somente o Luis Fabiano, menos técnico que os dois. Outros testados ainda estão a anos luz da dupla Ro-Ro. E até 2014 dificilmente surgirá alguém assim tão espetacular, um fora de série como eram Romário e Ronaldo. Só espera-se que a CBF reconheça o talento de Ronaldo e promova um jogo de despedida à altura do Fenômeno. 
    

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

BRASIL PEQUENO

       Pior que a derrota de ontem no amistoso para a França, foi a maneira covarde como o técnico Mano Menezes dispôs a seleção brasileira em campo após a expulsão de Hernanes no primeiro tempo. Perder faz parte do jogo, mas empurrar o time para a defesa e ficar assistindo aos franceses tocarem passes foi demais. O 1 a 0 foi até pouco, não fossem as boas defesas do goleiro Julio Cesar. O gol saiu do lado mais fraco da defesa, o esquerdo, por onde joga André Santos que, novamente, mostrou que não é jogador de seleção. Quando Mano vai enxergar isso? Em julho durante a Copa América, na Argentina? Aí , será tarde. É hora de escalar o Marcelo, do Real Madrid, e buscar novas soluções para o setor. André Santos não dá mais. Mais a seleção teve outras decepções em campo como Elias, Renato Augusto, Robinho e Pato que, mesmo jogando tão pouco, tem tido espaço na equipe. Bem, era um amistoso é  verdade, mas o time mostrou outra vez que parece tremer ou respeitar demais a França. Que tabu é esse para uma seleção nem tão forte assim? É preciso jogar com mais coragem. Resgatar o futebol brasileiro em sua essência e buscar o ataque sem medo de perder. Ontem, em Paris, o Brasil jogou como time pequeno. E, quem almeja grandes conquistas, não pode abrir mão do arrojo sob pena de naufragar no meio do caminho.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

RAÇA, AMOR E PAIXÃO!

      2011 não poderia ter começado melhor para o torcedor rubro-negro, em especial, que vive no Norte do Paraná e em Londrina. Por duas semanas, Londrina se tornou reduto rubro-negro com a vinda do Flamengo para a pré-temporada de treinos no CT da SM Sports - atual parceira do Tubarão. A presença do Fla foi marcante. O clube carioca não só treinou como fez dois amistosos no Estádio do Café. Quase no final dos treinamentos veio a grande notícia da contratação de Ronaldinho Gaúcho que deixou a badalação no Rio de Janeiro e veio a Londrina, se incorporou à delegação rubro-negra e treinou no belo CT da SM. Londrina, então, virou foco do noticiário esportivo nacional. E, depois de 2010 tenebroso, quando o futebol da cidade foi jogado às traças e desmotivado o torcedor alviceleste, janeiro reavivou o gosto pelo futebol. O Estádio do Café não superlotou, como esperavam os organizadores, porém é bom lembrar que eram dois amistosos. O primeiro deles contra o Iraty, que usou a camisa do LEC como forma de ir reconquistando o decepcionado torcedor londrinense, e levou pouco mais de dez mil torcedores - a maioria surpreendemente rubro-negra. Já no segundo diante do América-MG, 18 mil torcedores (um bom público sim se considerarmos o nsol escandante e a transmissão ao vivo da partida para a cidade). O Iraty obteve um ótimo empate (0 a 0) e esteve perto da vitória se o goleiro Felipe não tivesse defendido um pênalti. E o Fla, para alegria de sua imensa torcida, ganhou do América po 2 a 1 no segundo jogo em que a rampa de acesso ao Estádio do Café virou um imenso mar rubro-negro. Os flamenguistas de Londrina e região ávidos por gritar e entoar os tradicionais cânticos dos torcedores rubro-negros cariocas. E a torcida deu um belo show nas arquibancadas. Só faltou melhor organização para que Ronaldinho Gaúcho - protegido tal qual um pop star da música - pudesse ir até o gramado e agradecer o enorme carinho da torcida. Cercado por enormes seguranças do Fla e guardas municipais de Londrina, Ronaldinho acenou para a torcida das sociais do Café, num gesto que lembrava até Michael Jackson quando se aventurava a passar perto de seus fãs. Foram jogos de bom nível técnico, claro ainda em início de temporada e com a maioria dos jogadores sem ritmo - pior ainda o atacante rubro-negro David. Enfim, 2011 começou mostrando que Londrina pode voltar a respirar bom futebol a partir de maio quando Iraty passa a defender o LEC na Segundona do Paraná. E que outros times venham à cidade para sua pré-temporada. 

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

ADEUS 2010

     E logo mais, daqui  a quatro horas, 2010 vai embora. E o que dizer do ano no campo esportivo, por exemplo? Bem, no geral para quem curte o futebol foi mal. Afinal, em ano de Copa do Mundo o Brasil de Dunga e Jorginho caiu nas quartas-de-final para uma não tão inspirada Holanda. Não era a Laranja Mecânica de Cruyf tampouco o timaço de Van Basten e Gullit, não é mesmo? Numa Copa de muita transpiração e pouca inspiração, a Seleção Brasileira deveria por obrigação ter ido à final. Não foi. Deu Espanha com todos os méritos. 
    Em termos nacionais, o grande destaque ficou para o Santos de Neymar. Talento de fato, polêmico e atrevido o meia-atacante santista foi destaque do ano. Levou o Peixe ao título do Paulistão e da Copa do Brasil e, no Brasileirão, sem o comando de Dorival Júnior - demitido do cargo justamente pelo entrevero com o craque santista - o time da Baixada Santista jogou para o gasto. Nos cem anos do Timão, a fiel ficou no quase. Não deu no carnaval paulista - para piorar a Gaviões foi rebaixada, nem na Copa São Paulo e daí em diante foi só traço no Paulistão, na Libertadores - eliminado pelo Flamengo - e o terceiro lugar no Brasileirão. O São Paulo, sem Muricy Ramalho, mostrou-se enfraquecido. O Palmeiras, com Felipão e com Valdivia de volta, não decolou.
     Outro destaque foi o Fluminense. Mal no Carioca, porém campeão do Brasileirão com destaque para o meia argentino Conca. O Botafogo finalmente ganhou um título, o Carioca. O Vasco foi razoável. E o pior mesmo foi o clube de maior torcida no Brasil, o Flamengo: perdeu o Carioca que vinha conquistando com relativa facilidade e namorou com o rebaixamento para a Série B em grande parte do Brasileirão - ano para riscar da história, né. A grande lambança ficou com a CBF que reconheceu como título nacional torneios como Ta ça de Prata e o Roberto Gomes Pedrosa disputados na década de 1960, o colocou Santos e Palmeiras na liderança do ranking de maiores campeões nacionais com 8 títulos, desbancando São Paulo e Flamengo, que têm seis títulos cada. Para piorar, seu Ricardo Teixeira preferiu reconhecer o Sport campeão de 1987 e não o Flamengo, campeão da Copa União. Ridículo, pois Sport jogou com equipes de menor expressão, enquanto o Rubro-negro carioca superou os 20 maiores clubes da época. E, então, por que a CBF não dá o mesmo valor à Copa do Brasil que reúne clubes de Norte a Sul do País?
    No Paraná, o Londrina viveu o ano mais terrível de sua história de 54 anos de vida. Se em 2000, na mão de um grupo de empresários pés-de-chinelo o Tubarão fez traço no módulo amarelo da Copa João Havelange, em 2010 o clube esteve perto da extinção total. Sob intervenção da Justiça Trabalhista desde 2009, o Londrina foi muito mal administrado pelo Grupo Universe: foi mal na Copa do Brasil (eliminado pelo Uberaba) e na Segunda Divisão do Paraná quase caiu para a terceirona. Com a afastamento do Universe, a Justiça abriu a possibilidade de o empresário Sergio Maluceli, dono do Iraty, terceirizar o departamento de futebol do Tubarão. Após uma interminável novela entre Maluceli e um grupo de conselheiros do clube, houve uma eleição pacificada que garantiu um nome ligado ao empresário à diretoria executiva do LEC, o empresário Claudio Canuto. E o torcedor londrinense fechou 2010 com promessa de boas notícias para 2011: dia 9 de janeiro, o Iraty que representará o LEC na Segundona faz amistoso contra o Flamengo que fará sua pré-temporada no CT de Sergio Maluceli na zona sul de Londrina (no antigo clube Horto Tropical comprado pelo empresário e transformado num centro de treinamento). E espera-se nova vida para o renovado Londrina no próximo ano.
     No esporte em geral, mais uma vez a seleção brasileira de vôlei masculino fez história sob o comando do técnico Bernardinho com os títulos da Liga Mundial e do Mundial. O time feminino, do técnico Zé Roberto, ficou devendo e perdeu o Mundial para a Rússia. O basquete ainda luta para se reestruturar - em Londrina, por exemplo, o time perdeu local perdeu o incentivo da Prefeitura. 
     Destaque mesmo os esportes individuais como a natação com Cesar Cielo despontando entre vários nadadores que conquistaram medalhas de ouro nas etapas do mundial da modalidade. E para fechar 2010, principalmente para quem curte uma corrida ao ar livre, o brasiliense Marilson da Silva desbancou os quenianos e conquistou a tradicional corrida de São Silvestre disputada nesta sexta-feira, 31 de dezembro, derradeiro dia de 2010. Agora, é esperar que 2011 seja repleto de boas notícias e conquistas para todos os esportes nacionais que lutam com muito sacrifício para se manter no topo. Em nível local, a expectativa é para ver de perto o novo Tubarão com sua tradicional camisa azul e branca. E o aperitivo é daqui pouco mais de uma semana. Dia 9 de janeiro, 16 horas, no Estádio do Café, contra o Flamengo. Coração dividido, na certa. Feliz 2011 para quem curtiu este blog ao longo de 2010, apesar da falta de periodicidade. Fica a promessa de renovar os comentários desabafo desse jornalista torcedor do LEC e do Mengão. Abraços!
       















segunda-feira, 29 de novembro de 2010

FLAMENGO: UM ANO PARA ESQUECER!

       2010 é ano para ser riscado na história do Flamengo. Depois de um 2009 sensacional que culminou com o título do Brasileirão - o sexto na galeria do Rubro-negro carioca -, este ano definitivamente é para ser apagado, mas não esquecido. Foi ano de seca de títulos - nem o Carioca que o Flamengo vinha conquistando seguidamente veio desta vez - que culminou com a ridícula campanha no Campeonato Brasileiro. Com três treinadores - Rogério Lourenço, Silas Vanderlei Luxemburgo - o clube ganhou em 37 partidas apenas 9. Ridículo! E o pior: só foi salvo da ameaça de ser rebaixado na última rodada após Atlético-GO e Vitória empatarem diante de São Paulo e Inter. Luxemburgo, que no início da carreira era tão decantado, nada fez para melhorar o time. Conseguiu piorar o meio-de-campo rubro-negro com uma série de mudanças. Uma delas, pouco relatada pelos comentaristas, foi o enfraquecimento do lado direito do time quando Léo Moura e Willians criavam boas jogadas pelo setor. O concentrar o volante no meio-campo apenas com marcador, matou uma boa arma ofensiva do Fla.  Não entende-se também o sumiço do volante Toró, importante jogador em 2009. Sem ele, faltou a cobertura necessária para a zaga e os laterais. Enfim, Luxa precisa se reciclar e apontar reforços melhores ao time, pois David e Diogo mostraram ser apostas sofríveis. De bom, a reveleção de Diego Maurício, um atacante que não desiste da jogada e incomoda muito os defensores. Restando o jogo contra o Santos no domingo, a torcida aguarda agora que 2011 seja quilômetros melhor do que 2010, um ano para esquecer e tirar lições para que a pífia temporada não se repita. Jamais!